terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Fenômeno já é do Corinthians


Ronaldo jogará no Corinthians em 2009. Essa é a afirmação dada pelo empresário do fenômeno, Fabio Farah.
"Estamos apalavrados, há um acordo verbal, que nos próximos dois dias será refletido em um contrato para Ronaldo ser considerado o quanto antes o mais novo contratado do Timão", disse ao GLOBOESPORTE.COM.

Todos os detalhes estão sendo acertados com a diretoria e principalmente com o departamento de marketing. Ronaldo assinará um contrato de 1 ano com o Corinthians e participara de todos os capeonatos pelos timão.

Se essa contratação se concretizar a equipe do Parque São Jorge ganhará visibilidade mundial, e concerteza muito dinheiro. E será a maior contratação de todos os tempos, mais do que a do rival São Paulo, quando contratou Adriano por 6 meses.


Foto:Divulgação

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Hamilton é piloto do ano



Na noite de domingo passado, Lewis foi eleito pelo segundo ano consecutivo, o melhor piloto da temporada. Em cerimônia promovida pela revista inglesa Autosport, Hamilton recebeu o prêmio das mãos de Mika Hakkinen, campeão pela McLaren nos anos de 1998 e 1999.

"Ganhar um prêmio, qualquer que seja o prêmio, é sempre um privilégio. Mas segurar este me lembra todas as vezes em que estive presente nesta cerimônia e toda minha trajetória, além das pessoas que me ajudaram a chegar onde estou" relembra o piloto homenageado.

Lewis Hamilton diz isso, pois há 13 anos ele recebia o mesmo por ser campeão britânico de kart. Foi nesse mesmo local que econtrou pela primeira vez o chefão da McLaren, Ron Dennis, afirmando que ainda guiaria pela equipe inglesa.

Concerteza com essa fase o jovem piloto esta sorrindo a toa, a homenagem nada mais é do que o começo para essa nova promessa do automobilismo, muitos outros serão recebidos pelo jovem, que tem grandes concorrentes para a temporada de 2009 na F1.

FOTO:Agência/Gettyimages

Departamento Jurídico da CBF apresenta requerimento ao STJD para apurar denúncia do presidente da Federação Paulista, Marco Polo Del Nero

Essa foi a manchete do comunicado divulgado no site da CBF no início da tarde dessa segunda-feira, que dizia o seguinte em seu texto:

"O presidente Ricardo Teixeira se reuniu na manhã desta segunda-feira na sede da CBF com o presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, o diretor jurídico da entidade, Carlos Eugênio Lopes, e o presidente da Comissão de Arbitragem, Sérgio Corrêa.
No encontro, o presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, fez uma exposição dos fatos que o levaram a fazer um contato com o Ministério Público de SP e, posteriormente, com o presidente Ricardo Teixeira, a respeito da arbitragem do jogo Goiás x São Paulo que se realizou neste domingo.
Diante do exposto, o diretor Jurídico Carlos Eugênio Lopes recebeu a determinação do presidente Ricardo Teixeira de tomar a providência cabível, o que será feito nesta segunda-feira à tarde, a de apresentar requerimento ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva para a instauração de um inquérito com o objetivo de apurar o ilícito e identificar e responsabilizar os culpados."

Pelo menos Ricardo Teixeira, Sérgio Corrêa e Marco Polo Del Nero deram algum sinal de vida. Mas eu continuo aguardando que esse inquérito seja levado adiante e não caia no esquecimento com o passar dos dias e a proximidade das festas de fim de ano. Aliás, seria bom que antes disso nós soubessemos o nome de quem negociou a suposta manipulação do resultado do jogo em nome de Wagner Tardelli, assim como um total esclarecimento de todo o caso e os seus envolvidos. Espero, ainda, uma explicação convincente da diretoria do São Paulo sobre o tal rompimento de relações com a Federação Paulista de Futebol.

Continuo pouco otimista que isso vá acontecer e que essa investigação tenha um desfecho diferente da CPI do futebol, que não deu em nada.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Muita coisa precisa ser explicada

Como até agora ninguém da CBF veio à público esclarecer a troca do árbitro da partida entre São Paulo e Goiás e tudo que cercou o caso, é impossível afirmar qualquer coisa sem parecer leviano. Então, eu me limitarei a fazer perguntas, as quais espero, sem nenhum otimismo, que sejam respondidas a partir de segunda-feira:

1-Se o juiz Wagner Tardelli não tinha envolvimento com o caso, por que ele foi afastado da partida?

2-Por que ainda não divulgaram o nome da pessoa que negociou a suposta manipulação do resultado em nome de Tardelli?

3-Por que o São Paulo rompeu relações com a Federação Paulista de Futebol? Se o clube é inocente como diz, deveria incentivar a denúncia feita pela entidade.
Na manhã de domingo, o vice de futebol do São Paulo, Leco, afirmou que foi inaceitável o fato da Federação Paulista ter ido à CBF sem antes falar com o clube. Ora, hierarquicamente a federação está acima de um clube filiado (apesar do clube em questão se julgar a instituição mais importante dessa pobre nação subdesenvolvida).

4-Qual a relação do vice-presidente da Federação Paulista, Reinaldo Carneiro Bastos, com toda essa história? (Como diria José Silvério: "São sempre os mesmos...")

5-Onde estão Ricardo Teixeira, Sérgio Corrêa e Marco Polo Del Nero que ainda não vieram à público se explicar?

Até agora, o único que deu a cara pra bater e falou com a imprensa foi Wagner Tardelli.

Entre tantas dúvidas, a única certeza é a de que o São Paulo é campeão brasileiro, título consolidado com um gol em impedimento de mais de um metro de Borges. Mas não podemos colocar o trio de arbitragem da partida no mesmo balaio do "caso Tardelli". A origem desse erro é outra: a costumeira pressão que a "exemplar" diretoria são-paulina faz em cima do árbitro antes de quase todas as suas partidas importantes. Essa pressão não tem nada de ilegal, mas tem muito de imoral e anti-ética. A postura da cúpula tricolor antes de um jogo decisivo é simples: Assim que sai o nome do árbitro, vem alguém do clube (normalmente o superintendente Marco Aurélio Cunha), diz que não gostou da escolha e lembra de um erro qualquer que o tal árbitro tenha cometido contra o São Paulo, mesmo que ele tenha ocorrido há dez anos atrás. Pronto: o juiz já está pressionado e, inconscientemente, ficará em dúvida antes de marcar qualquer coisa contra o tricolor. Para o jogo de domingo não foi diferente: assim que saiu a informação na tarde de sábado de que o baiano Jaílson Macedo Freitas apitaria o jogo no Bezerrão, Marco Aurélio Cunha veio à público e, como provavelmente não se recordava de nenhum erro do juiz contra o São Paulo, lembrou que ele apitou o jogo entre Grêmio e Figueirense e, supostamente, havia favorecido o time gaúcho.

Apesar disso, o título do São Paulo, até que se prove o contrário, é legítimo. Apesar do erro do bandeirinha no lance do gol. Apesar da CBF ter escolhido o Bezerrão, em Brasília, como palco do jogo por causa da perda de mando de campo do Goiás. Apesar da escolha ter sido inconstitucional, já que o regulamento do campeonato diz que o clube punido tem o direito de escolher onde quer mandar o jogo, o que não aconteceu. Diz, ainda, que o jogo deve ser realizado no estado do clube punido. E Brasília não faz parte do estado de Goiás. Mas a conquista do São Paulo é legítima. Dizer o contrário é ser leviano. E, entre ser leviano e ser inocente, eu prefiro ser inocente. Mesmo que às vezes isso nos deixe à beira de um ataque de nervos.

A partir de amanhã, iremos cobrar as respostas das perguntas feitas no início do post, bem como uma investigação séria de todo esse caso. E se houver qualquer clube envolvido de alguma forma com isso, que seja punido de forma exemplar. O problema é que estamos no Brasil, país que, como dizem, não é sério. Tanto não é sério que tem o São Paulo Futebol Clube e sua diretoria como modelo de conduta.

TRICOLOR OPERÁRIO

Muitas dificuldades, vários obstáculos, perda traumática nas quartas-de-final da Taça Libertadores da América e semifinal do Paulistão, 11 pontos atrás do primeiro colocado e, mais recentemente, empate em casa no jogo que poderia dar o título.

Nada disso impediu a arrancada são-paulina. No início da competição, na quarta rodada, o time chegou a ficar na zona do rebaixamento. Foram várias partidas lamentáveis, como o empate com o fraquíssimo Ipatinga por 1 a 1, em pleno Morumbi. Começava o segundo turno e nada, o time continuava atuando mal.

Daí para frente surgiu a estrela do discípulo do mestre Telê Santana, Muricy Ramalho. Elogiado por uns, muito contestado por outros (inclusive por este blogueiro), o treinador mostrou que não é superstição, nem sorte, mas o trabalho que pode decidir uma competição. Depois de quase ser demitido, o comandante são-paulino teve a confiança do presidente Juvenal Juvêncio, que o manteve no cargo.

Arrancada
O São Paulo não estava nem entre os quatro primeiros colocados e enfrentava o modesto Atlético Mineiro no Mineirão. Em uma partida fraca, com vários passes errados, o Tricolor jogava mal, abriu o placar e ficou jogando na defesa. Com isso, sofreu o empate nos minutos finais e não teve mais poder de reação. Esse era o retrato da equipe durante a competição. Porém, depois de uma reunião entre Muricy Ramalho e os atletas, para a próxima partida, o Tricolor teria uma outra postura.

Daí para frente, vieram as vitórias sobre Flamengo, Cruzeiro, Ipatinga, Náutico, Vitória, Botafogo, Internacional, Portuguesa, Figueirense e Vasco...Tudo isso, sem contar os dificílimos jogos contra Sport e Palmeiras, os quais terminaram empatados.
Após a antepenúltima rodada, com a vitória por 2 a 1 sobre o Vasco, em jogo duríssimo e a derrota do Grêmio para o Vitória, o time do Morumbi estava a uma vitória do título. Veio o Fluminense, o Tricolor estava nervoso e não saiu do empate. Mas diante do Goiás, no último jogo do ano, o São Paulo não jogou o “fino da bola”, não deu espetáculo, mas mostrou porque é campeão, bicampeão e TRIcampeão brasileiro, pouca conversa, muita luta, muito TRABALHO!

sábado, 6 de dezembro de 2008

Surpresa para Rubinho


A saida da Honda do palco da Fórmula 1 pegou o piloto Rubens Barrichello de surpresa. Ele ficou sabendo da saida da equipe 20 minutos antes da imprensa.

"Foi chocante, como foi pra todo mundo. Recebi a notícia 20 minutos antes da imprensa. Eu ia testar em Jerez, como já tinha sido noticiado. A minha situação continua praticamente a mesma porque o comprador, se for uma pessoa que já participa do meio automobilístico, muito provavelmente vai pensar em pegar um piloto experiente e rápido" disse Rubinho em Interlagos onde participou da homenagen para Ingo Hoffmann,que já tem aposentadoria confirmada.

Depois dessa péssima notícia Barrichello tem poucas possibilidades de continuar na F1, ele mesmo desacredita na chance de ser chamado para guiar o carro da STR.

Foto:Vanderley Soares/Divulgação